quinta-feira, 12 de julho de 2012
CURSO DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS PARA EDUCADORES DE ESCOLAS PÚBLICAS - edição 2012
CURSO DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS PARA EDUCADORES
DE ESCOLAS PÚBLICAS - edição 2012
Estão abertas as inscricões da 5ª edição do Curso de Prevenção ao Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas ? edição 2012, resultado de parceria entre Secretaria Nacional sobre Drogas/SENAD/MJ, Secretaria de Educação Básica/SEB/MEC e Universidade de Brasília/PRODEQUI/PCL/IP/UnB.
Período do curso: agosto/2012 a abril/2013
Objetivo do curso: formação de educadores das escolas públicas para elaboração e implementação coletiva de um projeto de ações preventivas para a escola, contribuindo com o fortalecimento da comunidade escolar na prevenção ao uso de drogas.
Meta da edição 2012: 70 mil educadores, atingindo 14 mil escolas.
Metodologia: curso à distância, oferecido na plataforma moodle, composto de 5 módulos, com tutoria virtual no período de 8 meses do curso ( agosto/2012 a março/2013).
Conteúdo do curso: o conteúdo é desenvolvido através de 4 módulos temáticos e 1 módulo de acompanhamento da implementação do projeto de prevenção do uso de drogas da escola.
Módulo I - O educando em desenvolvimento na família e na escola ;
Módulo II - Conceitos e informações sobre drogas e prevenção;
Módulo III - A prevenção como questão educacional e de saúde;
Módulo IV - Estratégias de prevenção na escola e
Módulo V - Implementando o projeto de prevenção do uso de drogas na escola.
Certificação: os educadores cursistas aprovados receberão Diploma de Curso de Extensão Universitária, de carga horária de 180 horas, emitido pelo Decanato de Extensão da Universidade de Brasília/DEX/UNB.
Material pedagógico: cada cursista receberá um Kit individual de material pedagógico, composto de livro-texto e DVD.
Condições pedagógicas exigidas pelo curso: os educadores inscritos deverão ter acesso à internet e disponibilidade semanal para estudo e realização das atividades exigidas pelo curso, com apoio institucional para a realização do projeto de prevenção do uso de drogas na escola.
Cronograma do processo seletivo-Mês de julho/2012 junto ao CESPE/UnB
Data Evento
De 1 a 15 de Julho Inscrição pelo educador
21 de Julho Divulgação da lista de selecionados pelo CESPE
22 a 26 de Julho Confirmação online da Matrícula pelo educador
29 de Julho Divulgação da lista de selecionados em segunda chamada pelo CESPE
30 e 31 de Julho Confirmação online da Matrícula dos convocados em segunda chamada pelo educador
Todo o processo de inscrição e seleção deve ser acompanhado no site:
http://educadores.senad.gov.br
Requisitos obrigatórios para a inscrição
1) Ser educador efetivo ou temporário de Escola Pública, em exercício em unidades de ensino;
2) Realizar inscrição online no período determinado (1º a 15 de Julho);
3) Confirmar matrícula no período determinado: na 1ª chamada (22 a 26 de Julho) ou na
2ª chamada (30 e 31 de Julho).
Critérios de classificação: As 70 mil vagas serão preenchidas obedecendo aos seguintes critérios de seleção, em caráter classificatório:
1. Escolas das Unidades Federativas pactuadas no Plano ?CRACK, é possível vencer!?
2. Grupos de pelo menos 5 educadores cursistas por escola;
3. Educadores atuando com estudantes de sexto ao nono ano de Ensino Fundamental ou
Ensino Médio;
4. Escolas que tenham inscrito pelo menos 2 educadores da gestão administrativa e/ou pedagógica (direção, coordenação pedagógica, orientação educacional, administração escolar, supervisão escolar, entre outros);
5. Escolas inseridas em Programas do MEC, tais como: PSE (Programa Saúde na Escola), SPE (Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas), Programa Mais Educação, Programa Educação Integral, Programa Ensino Médio Inovador, Programa Escola Aberta e outros.
Inscreva-se.
Atenciosamente,
Equipe do Programa Saúde na Escola
Diretoria de Currículos e Educação Integral - DICEI
Ministério da Educação - MEC
terça-feira, 17 de abril de 2012
PAULO FREIRE: PATRONO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Hoje é um dia marcante para a educação no Brasil. Nesta segunda feira, 16, Paulo Freire foi reconhecido formalmente como Patrono da Educação no País. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou, em Março, por unanimidade o projeto de lei que concede o título ao educador. A decisão foi publicada no Diário Oficial de hoje.
Sobre Paulo Freire:
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de “Pedagogia do Oprimido”, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do “vanguardismo” dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático.
É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante; o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo do seu aprendizado.
Foi o brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.
Sobre Paulo Freire:
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de “Pedagogia do Oprimido”, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do “vanguardismo” dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático.
É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante; o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo do seu aprendizado.
Foi o brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.
sábado, 13 de agosto de 2011
Atenção previsão de entrega do material pedagógico do TOPA - Nazaré
2ª Semana - 05/09/2011 a 10/09/2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
NÃO IMPORTA...
Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens…
jogue tudo fora… mas principalmente…
esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas…
Nós somos o Amor…
(Autor desconhecido
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens…
jogue tudo fora… mas principalmente…
esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas…
Nós somos o Amor…
(Autor desconhecido
A Cenoura, O Ovo e O Café:
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela.
Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela.
Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.
Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível.
Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior.
Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável.
Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
- Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?
(Autor Desconhecido)
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela.
Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela.
Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.
Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível.
Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior.
Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável.
Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
- Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?
(Autor Desconhecido)
terça-feira, 10 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A mala de viagem
Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: "Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?”
“É estranho", respondeu o viajante, "mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava." Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?"
"Estou contente que me tenha feito essa pergunta", disse o viajante, "porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo." Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.
Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?
Não.
Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
a. Pensamentos negativos.
b. Culpar e acusar outras pessoas.
c. Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente.
d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
e. Auto-piedade.
f. Acreditar que não existe saída.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: "Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?”
“É estranho", respondeu o viajante, "mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava." Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?"
"Estou contente que me tenha feito essa pergunta", disse o viajante, "porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo." Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.
Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?
Não.
Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
a. Pensamentos negativos.
b. Culpar e acusar outras pessoas.
c. Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente.
d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
e. Auto-piedade.
f. Acreditar que não existe saída.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
Jô Soares
O material escolar mais barato
que existe na praça é o
PROFESSOR!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Jô Soares
O material escolar mais barato
que existe na praça é o
PROFESSOR!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
sábado, 2 de abril de 2011
10 Sugestões para trabalhar com textos
1.Texto em tiras
a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira.
b) Divida a turma em grupos.
c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem.
2. Horóscopo
Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra.
a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber.
b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo.
c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista...
3. Anedotas
Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos.
Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma.
4. Tiras em Quadrinhos
a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos.
b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas.
c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada.
5. Outra com tiras
a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa.
b) Com o corretivo, apague as falas.
c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas.
6. Ache a foto da notícia
a) Recorte várias notícias com fotos do jornal. Elimine as legendas.
b) Separe as fotos das notícias.
c) Desafie o grupo a encontrar o par (notícia + foto).
7. A Notícia Completa
a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda.
b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma.
c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente.
8.Texto Quebra-cabeças
a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los.
b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os.
c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor.
9. Charges
Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado.
a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais.
b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas.
c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras.
d) Compare as diferenças que forem surgindo.
10.Lendo figuras
a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história.
b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente.
c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale; não ligue se gerar tumulto na aula, já que isso "faz parte", como diria o Ban-ban.
Fonte: Site de Português
a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira.
b) Divida a turma em grupos.
c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem.
2. Horóscopo
Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra.
a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber.
b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo.
c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista...
3. Anedotas
Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos.
Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma.
4. Tiras em Quadrinhos
a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos.
b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas.
c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada.
5. Outra com tiras
a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa.
b) Com o corretivo, apague as falas.
c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas.
6. Ache a foto da notícia
a) Recorte várias notícias com fotos do jornal. Elimine as legendas.
b) Separe as fotos das notícias.
c) Desafie o grupo a encontrar o par (notícia + foto).
7. A Notícia Completa
a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda.
b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma.
c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente.
8.Texto Quebra-cabeças
a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los.
b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os.
c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor.
9. Charges
Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado.
a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais.
b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas.
c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras.
d) Compare as diferenças que forem surgindo.
10.Lendo figuras
a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história.
b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente.
c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale; não ligue se gerar tumulto na aula, já que isso "faz parte", como diria o Ban-ban.
Fonte: Site de Português
terça-feira, 22 de março de 2011
TEXTO ILUSTRADO
Usando uma cartolina, revistas para recorte, cola e tesoura o aluno pode criar um belo texto ilustado. O professor divide a sala em grupos e dá a cada um o material q irão precisar e o tema para cada grupo. Eles colam as figuras de acordo ao tema e em seguida apresentam oralmente seu texto ilustrado...É muito gratificante a dinâmica e desenvolve a oralidade dos alunos.
dinâmica do complemento
Eu sou uma camisa sem botão.
Eu sou o botão da sua camisa.
Eu sou uma calça sem zíper.
Eu sou o zíper da sua calça.
Eu sou uma cabeça sem pescoço.
Eu sou o pescoço da sua cabeça.
Eu sou um pé sem sapato.
Eu sou o sapato do seu pé.
Eu sou uma mala sem alça.
Eu sou a alça da sua mala
Eu sou uma xícara sem asa. Eu sou a asa da sua xícara.
Eu sou um carro sem volante. Eu sou o volante do seu carro.
Eu sou uns óculos sem lentes. Eu sou as lentes dos seus óculos.
Eu sou um avião sem asas. Eu sou as asas do seu avião.
Eu sou uma saia sem elástico Eu sou o elástico da sua saia.
Eu sou uma floresta sem árvores. Eu sou as árvores da sua floresta.
Eu sou um livro sem páginas. Eu sou as páginas do seu livro.
Eu sou um céu sem estrelas. Eu sou as estrelas do seu céu.
Eu sou um rádio sem som. Eu sou o som do seu rádio.
Eu sou uma rosa sem pétalas. Eu sou as pétalas da sua rosa.
Eu sou uma árvore sem frutos. Eu sou o fruto da sua árvore.
Eu sou um jardim sem flores. Eu sou as flores do seu jardim.
Eu sou um circo sem espetáculo. Eu sou o espetáculo do seu circo.
Eu sou uma banda sem músico. Eu sou o músico da sua banda.
Eu sou um mar sem peixe. Eu sou o peixe do seu mar.
Eu sou um deserto sem oásis Eu sou o oásis do seu deserto.
Eu sou uma empada sem azeitona. Eu sou a azeitona da sua empada.
Eu sou um pão sem manteiga. Eu sou a manteiga do seu pão.
Eu sou o botão da sua camisa.
Eu sou uma calça sem zíper.
Eu sou o zíper da sua calça.
Eu sou uma cabeça sem pescoço.
Eu sou o pescoço da sua cabeça.
Eu sou um pé sem sapato.
Eu sou o sapato do seu pé.
Eu sou uma mala sem alça.
Eu sou a alça da sua mala
Eu sou uma xícara sem asa. Eu sou a asa da sua xícara.
Eu sou um carro sem volante. Eu sou o volante do seu carro.
Eu sou uns óculos sem lentes. Eu sou as lentes dos seus óculos.
Eu sou um avião sem asas. Eu sou as asas do seu avião.
Eu sou uma saia sem elástico Eu sou o elástico da sua saia.
Eu sou uma floresta sem árvores. Eu sou as árvores da sua floresta.
Eu sou um livro sem páginas. Eu sou as páginas do seu livro.
Eu sou um céu sem estrelas. Eu sou as estrelas do seu céu.
Eu sou um rádio sem som. Eu sou o som do seu rádio.
Eu sou uma rosa sem pétalas. Eu sou as pétalas da sua rosa.
Eu sou uma árvore sem frutos. Eu sou o fruto da sua árvore.
Eu sou um jardim sem flores. Eu sou as flores do seu jardim.
Eu sou um circo sem espetáculo. Eu sou o espetáculo do seu circo.
Eu sou uma banda sem músico. Eu sou o músico da sua banda.
Eu sou um mar sem peixe. Eu sou o peixe do seu mar.
Eu sou um deserto sem oásis Eu sou o oásis do seu deserto.
Eu sou uma empada sem azeitona. Eu sou a azeitona da sua empada.
Eu sou um pão sem manteiga. Eu sou a manteiga do seu pão.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dias da semana
Vamos acompanhar trechos de duas letras de músicas que possuem algo em comum. A primeira delas é "A Feira", gravada pelo grupo O Rappa:
É dia de feira
Quarta-feira, sexta-feira
Não importa a feira
É dia de feira
Quem quiser pode chegar...
A outra canção é "Perplexo", gravada pelos Paralamas do Sucesso:
... Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira
quinta-feira, sexta-feira, sábado de aleluia.
Eu vou lutar, eu vou lutar
eu sou Maguila, não sou Tyson.
Nas duas letras aparece a seqüência dos dias da semana em português.
Quando alguém estuda uma língua estrangeira (espanhol, Italiano ou francês, por exemplo), logo nota que os dias têm nomes parecidos. Vamos ver como é "segunda-feira" nessas línguas:
italiano: "lunedi"
espanhol: "lunes"
francês: "lundi"
Em inglês é "monday". Ou seja, em todos esses idiomas a segunda-feira é sempre o "dia da lua", ao pé da letra. E, em português, os dias da semana são sempre terminados por "feira". Essa é a dúvida de muita gente.
A explicação é muito simples. No português já houve nomes como os que são dados nas outras línguas, mas a Igreja Católica, a certa altura, obrigou à mudança porque os nomes eram baseados em deuses pagãos. "Feira", na linguagem litúrgica, é "dia de trabalho". É o dia em que se trabalha, em que se festeja algum santo que não é o Senhor. O Dia do Senhor, como todo mundo sabe, é o domingo, o primeiro dia da semana. Por isso, entre nós, os chamados "dias úteis" começam pela segunda-feira.
É dia de feira
Quarta-feira, sexta-feira
Não importa a feira
É dia de feira
Quem quiser pode chegar...
A outra canção é "Perplexo", gravada pelos Paralamas do Sucesso:
... Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira
quinta-feira, sexta-feira, sábado de aleluia.
Eu vou lutar, eu vou lutar
eu sou Maguila, não sou Tyson.
Nas duas letras aparece a seqüência dos dias da semana em português.
Quando alguém estuda uma língua estrangeira (espanhol, Italiano ou francês, por exemplo), logo nota que os dias têm nomes parecidos. Vamos ver como é "segunda-feira" nessas línguas:
italiano: "lunedi"
espanhol: "lunes"
francês: "lundi"
Em inglês é "monday". Ou seja, em todos esses idiomas a segunda-feira é sempre o "dia da lua", ao pé da letra. E, em português, os dias da semana são sempre terminados por "feira". Essa é a dúvida de muita gente.
A explicação é muito simples. No português já houve nomes como os que são dados nas outras línguas, mas a Igreja Católica, a certa altura, obrigou à mudança porque os nomes eram baseados em deuses pagãos. "Feira", na linguagem litúrgica, é "dia de trabalho". É o dia em que se trabalha, em que se festeja algum santo que não é o Senhor. O Dia do Senhor, como todo mundo sabe, é o domingo, o primeiro dia da semana. Por isso, entre nós, os chamados "dias úteis" começam pela segunda-feira.
quarta-feira, 16 de março de 2011
4 ETAPA 2011
É BOM ESTÁ DE VOLTA!
HOJE A PRIMEIRA REUNIÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DO TOPA NAZARÉ APLB 4ª ETAPA - 2011, FOI IMPORTANTE, UM MOMENTO MUITO RICO PELA OPORTUNIDADE DE TROCA DE IDEIAS E PARA INTEGRAÇÃO DOS ALFABETIZADORES DO TOPA. COMEÇAMOS NOSSO TRABALHO COM A DINÂMICA DE BOAS VINDAS:
OBJETIVO: SENSIBILIZAR E ACOLHER OS ALFABETIZADORES
DESENVOLVIMENTO:É muito importante estar atento: É só observar o texto e fazer os gestos cada vez que na história aparecerem as seguintes palavras:
PAZ: aperto de mão;
AMOR: um abraço;
GARRA: troca de lugares;
SORRISO: Gargalhada;
BEM-VINDOS: bate palmas;
TEXTO:
O GAROTINHO CHAMADO AMOR
Era uma vez um garotinho chamado AMOR. AMOR sonhava sempre com paz. Um certo dia sonhou que a vida só teria sentido quando ele descobrisse a PAZ e foi com GARRA que AMOR saiu a procura da PAZ.
Chegando junto ao colégio onde estudava encontrou os seus amigos que tinham um SORRISO nos lábios e foi nesse momento que AMOR começou a perceber que o SORRISO dos amigos transmitia a PAZ, pois sentiu ainda que a PAZ existe no interior de cada um de nós, basta saber dar um SORRISO.
E nesse momento, com muita GARRA, a turma gritou bem forte: AMOR, AMOR você encontrou a PAZ que procurava?
AMOR respondeu com muita GARRA: Sim. Encontrei a PAZ, pois ela existe em cada um de nós, basta saber dar um sorriso bem bonito.
E sejam todos BEM-VINDOS!
DEPOIS FOI FEITA A AVALIAÇÃO DA DINÂMICA E APRESENTAÇÃO DOS ALFABETIZADORES.
FOI EXPLICADO QUE A APLB NESTA ETAPA CONTAVA COM OS ALFABETIZADORES: JUCILENE, SILVINHA,ADRIANA,CIRILO (O VARÃO DO GRUPO)MARA, ZULENE, MARLY(GRÁVIDA DE 9 MESES), CRISTIANE, ROSANA, CREUZA, DANIELA (NOIVA) E COM A COORDENADORA ARLETE.
TIVEMOS A EXPLICAÇÃO DAS BENDITAS FICHAS E A ELABORAÇÃO DO CALENDÁRIO LETIVO E O CRONOGRAMA DAS REUNIÕES DE PLANEJAMENTO, TRABALHAMOS TAMBÉM COM O TEXTO
A Borboleta azul
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,
mandou as meninas passarem férias com um sábio
que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul
que usaria pra pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar
se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
FINALIZAMOS O NOSSO ENCONTRO COM A ORAÇÃO DA SOLIDARIEDADE E AVALIAÇÃO DO ENCONTRO
Senhor,
Que eu possa a quem está com frio dar o cobertor.
Mas se o frio for da alma, que eu tenha condições de dar afetivo calor.
Se alguém chorar, que eu possa suas lágrimas enxugar.
Mas se eu também estiver em dor, que pelo menos possa companhia fazer.
Porque é chocante, senhor,
chorar sem ter alguém para nos consolar;
sofrer sem ter com quem dividir;
precisar desabafar e não ter quem ouvir;
enfermar sem ter com quem contar.
Assim, Senhor, e por tudo isso, eu te suplico:
preciso ao próximo servir, tendo tolerância para com a ignorância:
o desprendimento frente à pobreza;
a solicitude moral diante dos reclames das crianças;
atenção e amparo para com a velhice;
o perdão sem condição;
a brandura na exaltação;
a verdade sem interesse e o amor sem cobranças.
Mas, se nada disso eu puder ter ou fazer, que a vida me torne humilde para reconhecer que preciso espiritualmente crescer.
Assim seja.
HOJE A PRIMEIRA REUNIÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DO TOPA NAZARÉ APLB 4ª ETAPA - 2011, FOI IMPORTANTE, UM MOMENTO MUITO RICO PELA OPORTUNIDADE DE TROCA DE IDEIAS E PARA INTEGRAÇÃO DOS ALFABETIZADORES DO TOPA. COMEÇAMOS NOSSO TRABALHO COM A DINÂMICA DE BOAS VINDAS:
OBJETIVO: SENSIBILIZAR E ACOLHER OS ALFABETIZADORES
DESENVOLVIMENTO:É muito importante estar atento: É só observar o texto e fazer os gestos cada vez que na história aparecerem as seguintes palavras:
PAZ: aperto de mão;
AMOR: um abraço;
GARRA: troca de lugares;
SORRISO: Gargalhada;
BEM-VINDOS: bate palmas;
TEXTO:
O GAROTINHO CHAMADO AMOR
Era uma vez um garotinho chamado AMOR. AMOR sonhava sempre com paz. Um certo dia sonhou que a vida só teria sentido quando ele descobrisse a PAZ e foi com GARRA que AMOR saiu a procura da PAZ.
Chegando junto ao colégio onde estudava encontrou os seus amigos que tinham um SORRISO nos lábios e foi nesse momento que AMOR começou a perceber que o SORRISO dos amigos transmitia a PAZ, pois sentiu ainda que a PAZ existe no interior de cada um de nós, basta saber dar um SORRISO.
E nesse momento, com muita GARRA, a turma gritou bem forte: AMOR, AMOR você encontrou a PAZ que procurava?
AMOR respondeu com muita GARRA: Sim. Encontrei a PAZ, pois ela existe em cada um de nós, basta saber dar um sorriso bem bonito.
E sejam todos BEM-VINDOS!
DEPOIS FOI FEITA A AVALIAÇÃO DA DINÂMICA E APRESENTAÇÃO DOS ALFABETIZADORES.
FOI EXPLICADO QUE A APLB NESTA ETAPA CONTAVA COM OS ALFABETIZADORES: JUCILENE, SILVINHA,ADRIANA,CIRILO (O VARÃO DO GRUPO)MARA, ZULENE, MARLY(GRÁVIDA DE 9 MESES), CRISTIANE, ROSANA, CREUZA, DANIELA (NOIVA) E COM A COORDENADORA ARLETE.
TIVEMOS A EXPLICAÇÃO DAS BENDITAS FICHAS E A ELABORAÇÃO DO CALENDÁRIO LETIVO E O CRONOGRAMA DAS REUNIÕES DE PLANEJAMENTO, TRABALHAMOS TAMBÉM COM O TEXTO
A Borboleta azul
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,
mandou as meninas passarem férias com um sábio
que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul
que usaria pra pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar
se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
FINALIZAMOS O NOSSO ENCONTRO COM A ORAÇÃO DA SOLIDARIEDADE E AVALIAÇÃO DO ENCONTRO
Senhor,
Que eu possa a quem está com frio dar o cobertor.
Mas se o frio for da alma, que eu tenha condições de dar afetivo calor.
Se alguém chorar, que eu possa suas lágrimas enxugar.
Mas se eu também estiver em dor, que pelo menos possa companhia fazer.
Porque é chocante, senhor,
chorar sem ter alguém para nos consolar;
sofrer sem ter com quem dividir;
precisar desabafar e não ter quem ouvir;
enfermar sem ter com quem contar.
Assim, Senhor, e por tudo isso, eu te suplico:
preciso ao próximo servir, tendo tolerância para com a ignorância:
o desprendimento frente à pobreza;
a solicitude moral diante dos reclames das crianças;
atenção e amparo para com a velhice;
o perdão sem condição;
a brandura na exaltação;
a verdade sem interesse e o amor sem cobranças.
Mas, se nada disso eu puder ter ou fazer, que a vida me torne humilde para reconhecer que preciso espiritualmente crescer.
Assim seja.
domingo, 27 de junho de 2010
PLANO DE AULA DIREITOS DO CONSUMIDOR
OBJETIVO :
o Identificar o texto lista de compras
o Analisar as informações contidas nos rótulos
o Produzir uma lista de compras
o Discutir as utilidades da lista de compras
o Conhecer alguns itens do direito do consumidor
CONTEÚDO
o Gênero textual- Listas de compras e rótulos
o Direito do consumidor(cidadania) – Tema transversal
AÇÕES METODOLÓGICAS
Primeiro Momento: Perguntar aos alunos se eles têm o costume de fazer anotações do que vai comprar no supermercado. Questionar por qual motivo precisamos elaborar uma lista de compras.
OBS:Explicaremos que, é importante fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado para reduzir os desperdícios e evitar o consumo desnecessário porque permitir poupar alguns reais,evita comprarmos o que não precisamos, e depois porque permite comprar produtos mais baratos e de igual ou superior qualidade.
Segundo Momento: Solicitar que eles citem produtos para que possamos montar uma lista de compras escrita no quadro. Eles ditam e nós escreveremos.
Depois que a lista estiver pronta faremos algumas intervenções iniciando com a pergunta:
o Vamos analisar nossa lista de compras?
o Algo poderia ser mudado?
o Todos os itens estão na ordem que facilitaria nosso trabalho na hora de ter acesso aos produtos?
o Vocês acham que poderíamos organizar esses produtos na lista de modo diferente?Como?
o Quais as categorias que poderíamos ter na nossa lista?
o
OBS:Explicar para os alunos que a lista deve ser feita de forma que facilite o acesso aos produtos evitando idas e vindas ao mesmo setor de compras várias vezes,que devemos sempre organizara lista por categoria :alimentos ,laticínios, açougue,limpeza,higiene,congelados e hortifrutis
Terceiro Momento: Pedir para que reorganizem a lista junto conosco,após a organização os alunos poderão copiar a lista no caderno ou não.
Quarto Momento: Em seguida mostrar para os alunos a imagem ampliada de um rótulo de café e perguntar o que é aquela imagem, fazendo os seguintes questionamentos:
o Para que servem todos os escritos e desenhos neste rótulo?
o Só para enfeitar?
o Existe outra finalidade? Qual?
o Por que precisamos ler o que está escrito?
o Para que serve o código de barras?
o Qual a diferença de light e diet.
o O que significa contém e não contém glúten .Essas informações são importantes?por quê?
EXPLICAÇÃO:- Data de fabricação: data em que foi feito, fabricado o produto. Data de validade: data máxima que o produto pode ser consumido, utilizado.Código de barras: serve para ver o preço do produto.
Quinto momento: Explicar aos alunos a diferença entre produto e marca. Embalagem e rótulos Realizar na sala de aula a discussão sobre o consumo na atualidade. Questionar o que vem a ser produtos indispensáveis e produtos supérfluos e por fim algumas dicas relacionadas aos direitos do consumidor explorando os seguintes itens:
o Prazo de validade
o Informações das Embalagens e Rótulos
o Produtos clandestinos
o Prazo de validade
o Enlatados e congelados
Entregar atividade de analise de produto.
RECURSOS
Papel oficio,imagem ,piloto,quadro branco,textos,cartilha direito do consumidor.
AVALIAÇÃO
A avaliação acontecerá ao longo do desenvolvimento do projeto através da observação do desempenho e interesse dos alunos no desenvolvimento das tarefas propostas.
o Identificar o texto lista de compras
o Analisar as informações contidas nos rótulos
o Produzir uma lista de compras
o Discutir as utilidades da lista de compras
o Conhecer alguns itens do direito do consumidor
CONTEÚDO
o Gênero textual- Listas de compras e rótulos
o Direito do consumidor(cidadania) – Tema transversal
AÇÕES METODOLÓGICAS
Primeiro Momento: Perguntar aos alunos se eles têm o costume de fazer anotações do que vai comprar no supermercado. Questionar por qual motivo precisamos elaborar uma lista de compras.
OBS:Explicaremos que, é importante fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado para reduzir os desperdícios e evitar o consumo desnecessário porque permitir poupar alguns reais,evita comprarmos o que não precisamos, e depois porque permite comprar produtos mais baratos e de igual ou superior qualidade.
Segundo Momento: Solicitar que eles citem produtos para que possamos montar uma lista de compras escrita no quadro. Eles ditam e nós escreveremos.
Depois que a lista estiver pronta faremos algumas intervenções iniciando com a pergunta:
o Vamos analisar nossa lista de compras?
o Algo poderia ser mudado?
o Todos os itens estão na ordem que facilitaria nosso trabalho na hora de ter acesso aos produtos?
o Vocês acham que poderíamos organizar esses produtos na lista de modo diferente?Como?
o Quais as categorias que poderíamos ter na nossa lista?
o
OBS:Explicar para os alunos que a lista deve ser feita de forma que facilite o acesso aos produtos evitando idas e vindas ao mesmo setor de compras várias vezes,que devemos sempre organizara lista por categoria :alimentos ,laticínios, açougue,limpeza,higiene,congelados e hortifrutis
Terceiro Momento: Pedir para que reorganizem a lista junto conosco,após a organização os alunos poderão copiar a lista no caderno ou não.
Quarto Momento: Em seguida mostrar para os alunos a imagem ampliada de um rótulo de café e perguntar o que é aquela imagem, fazendo os seguintes questionamentos:
o Para que servem todos os escritos e desenhos neste rótulo?
o Só para enfeitar?
o Existe outra finalidade? Qual?
o Por que precisamos ler o que está escrito?
o Para que serve o código de barras?
o Qual a diferença de light e diet.
o O que significa contém e não contém glúten .Essas informações são importantes?por quê?
EXPLICAÇÃO:- Data de fabricação: data em que foi feito, fabricado o produto. Data de validade: data máxima que o produto pode ser consumido, utilizado.Código de barras: serve para ver o preço do produto.
Quinto momento: Explicar aos alunos a diferença entre produto e marca. Embalagem e rótulos Realizar na sala de aula a discussão sobre o consumo na atualidade. Questionar o que vem a ser produtos indispensáveis e produtos supérfluos e por fim algumas dicas relacionadas aos direitos do consumidor explorando os seguintes itens:
o Prazo de validade
o Informações das Embalagens e Rótulos
o Produtos clandestinos
o Prazo de validade
o Enlatados e congelados
Entregar atividade de analise de produto.
RECURSOS
Papel oficio,imagem ,piloto,quadro branco,textos,cartilha direito do consumidor.
AVALIAÇÃO
A avaliação acontecerá ao longo do desenvolvimento do projeto através da observação do desempenho e interesse dos alunos no desenvolvimento das tarefas propostas.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Brincadeiras Juninas
As tradicionais festas juninas fazem parte da cultura brasileira e ainda hoje, mesmo nas grandes cidades, servem como referência às raízes caipiras.
Em meio ao frio do mês de junho, comemoram-se as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo e São Pedro, tudo com a alegria das brincadeiras das festas juninas.
Em junho, tudo é festa; é o mês dos namorados, das simpatias casamenteiras, das quadrilhas. Para esquentar o corpo nas noites frias de quermesses, bebem-se quentão, vinho-quente e comem canjica e amendoim. E enquanto rola a dança e o forró, todos ficam sob um céu enfeitado pelas luzes dos foguetes e pelos balões. Além disso, tem a troca de correio elegante.
Durante as festas juninas são realizadas diversas brincadeiras, mudando um pouco de região para região. Uma delas, presente em quase todos os lugares, é o pau-de-sebo. Existem outras, como pular a fogueira, a pescaria, o quebra-pote e a corrida da porca untada.
O ponto alto, no entanto, é o Casamento na Roça. Todo grupo de quadrilha possui um casal de noivos, já que a festa é realizada em sua homenagem. Com poucas variações, a história do Casamento na Roça é sempre a mesma. A noiva grávida é obrigada, pelos pais, a casar-se com quem "lhe fez mal". O rapaz tenta escapar do laço e o pai da mocinha chama o delegado que, armado com um trabuco, leva o arrependido ao altar. Em algumas regiões do Brasil, o Casamento na Roça também é conhecido como Casamento Matuto ou Casamento Caipira. Além dos noivos, dos pais dos noivos e do delegado, desfilam outros e impagáveis personagens, como o padre, o coroinha, os padrinhos e os ajudantes do delegado.
O personagem mais comum das festas juninas nasceu nas comemorações no interior de São Paulo e de Minas Gerais. Foi lá que surgiu o falso caipira de chapéu de palha, calça remendada, camisa xadrez e dente cariado, quase sempre acompanhado de uma Maria Chiquinha.
As brincadeiras que valem prendas são uma atração tradicional nas festas juninas.
Elas dividem-se em brincadeiras de terreiro e brincadeiras de barracas.
BRINCADEIRAS DE TERREIRO
PAU DE SEBO
Brincadeira que anima as festas juninas, principalmente a festa em homenagem a São Pedro no Sudeste, e também está presente nas festas natalinas, no Nordeste. O pau-de-sebo é um mastro (não confundir com o mastro dos santos juninos) de madeira envernizada com aproximadamente cinco metros de altura. É cuidadosamente preparado: tiram-se todos os nódulos da madeira, que depois é lixada, e passa-se sebo de boi ou cera. O pau-de-sebo é então solidamente plantado no chão e muitas vezes recebe, no topo, um triângulo de madeira ao qual se amarra dinheiro (uma cédula de valor alto ou um depósito repleto de dinheiro).
A brincadeira consiste em, abraçado ao pau-de-sebo, tentar subir e alcançar o prêmio. Como o mastro foi revestido com cera, dificilmente os que participam da brincadeira conseguem subir até seu topo, Escorregam até perto do chão e voltam a insistir várias vezes, até desistir ou atingir o alvo, quando recebem palmas e vivas das pessoas que estão assistindo.
*******
CORREIO ELEGANTE
É um serviço de mensagens prestado durante a festa junina. Você escreve a mensagem e pede para entregarem ao destinatário. É uma ótima oportunidade de paquerar aquele(a) menino(a) em que está de olho há muito tempo.
*******
CASAMENTO MATUTO OU CAIPIRA
É uma brincadeira que não pode faltar numa festa junina. Apresento abaixo Sugestões para a representação do casamento matuto ou caipira:
PERSONAGENS: padre, coroinha, noiva, noivo, delegado, ajudantes do delegado, pais da noiva e padrinhos.
CENÁRIO: representação de um altar de igreja ou capela.
Os convidados estão posicionados em duas fileiras, deixando o centro para a noiva. O padre anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai e vai até o altar, onde estão o padre, devidamente paramentado, seu coroinha e os padrinhos e pais dos noivos. Os personagens, carregando bastante no sotaque interiorano, dizem o seguinte:
PADRE: A noiva tá chegano! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!! Cadê o noivo???
NOIVA: Ai, mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (E, simulando um desmaio, é acudida pela mãe e pela madrinha.)
O pai da noiva faz um sinal para o delegado e cochicha com ele.
DELEGADO: Peraí, seu padre, eu já vô buscá ele. (Sai acompanhado por dois ajudantes, armados de espingarda e cassetetes.)
Entra o noivo empurrado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, atrás do noivo, para que ele não fuja.
PADRE: Bão, vamo começá logo esse casório. Ocê, Chiquinha Dengosa, promete, de coração, pra marido toda vida o Pedrinho Foguetão?
NOIVA: Mas que pregunta isquisita seu vigário faz pra mim. Eu vim aqui mais o Pedrinho num foi pra dizê que sim???
PADRE: E ocê, Pedrinho, que me olha assim tão prosa, qué mesmo pra sua esposa a sinhá Chiquinha Dengosa?
NOIVO: Num havia de querê, num é essa minha opinião, mas, se não caso com a Chiquinha, vô direto pro caixão... (Vira-se para o delegado, que está com a espingarda em punho.)
PADRE: Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Chiquinha Dengosa com o Pedrinho Foguetão! E viva os noivos!
CONVIDADOS: Viva!!! (Conforme os noivos passam pelos convidados, pode-se jogar arroz.)
PADRE: E vamo pro baile, pessoar!!!
Com os convidados já devidamente formados, tem início logo após a quadrilha - o grande baile do casamento.
*******
QUEBRA-POTE
Quebra-pote é uma das brincadeiras mais generalizados em nossas festas juninas. Ergue-se a um canto do terreiro uma armação de madeira em forma de forca ou ao jeito de traves de campo de futebol. Nessa armação pendura-se um pote de barro cheio de balas, bombons e outras guloseimas apreciadas pelas crianças. Assim, fica o pote exposto a excitar a criançada, que ansiosa espera do festeiro a ordem para o início do brinquedo. Armado de um pau, olhos vendados, um menino cada vez tenta acertar uma cacetada no pote, o qual quebrado, atrai a meninada, que eum tumulto precipita-se sobre o conteúdo, que se espalha no chão. Pode haver prêmio ao quebrador e, por vezes, colocam água no pote e o imprevisto e a decepção, quando o quebram, provocam risos e assuadas na assistência.
Do brinquedo do quebra-pote, porém, também participa gente grande, não apenas crianças.
*******
CATAR AMENDOIM
Cada criança deve apanhar, com uma colher, os amendoins colocados à sua frente, a uma certa distância, e levá-los para seu lugar, junto à linha de partida, um de cada vez. Vence quem primeiro reúne cinco grãos.
*******
CORRIDA DE FUNIS
Introduzir dois funis numa corda, com a parte mais estreita voltada para um laço feito no centro. Os jogadores terão de, apenas soprando, levar os funis até o laço.
*******
CORRIDA DO SACI
Riscar no chão duas linhas paralelas, sendo uma a de chegada. Ao sinal combinado, as crianças saem pulando num pé só em direção à linha de chegada.
*******
CORRIDA DE SACOS
Semelhante à corrida do Saci, cada jogador faz o percurso com o corpo enfiado num saco bem preso à cintura.
*******
CORRIDA DE TRÊS PÉS
Cada jogador amarra a sua perna esquerda à perna direita do parceiro e, assim, os dois pulam até a linha de chegada.
*******
OVO NA COLHER
Cada participante corre equilibrando um ovo cozido (ou tomate ou batata) numa colher.
*******
CORRIDA DE SAPATOS
Formam-se duas equipes, que são dispostas em fileira. Uma cadeira ou bandeirinha separa um time do outro. Os jogadores tiram os sapatos, que são recolhidos, embaralhados e enfileirados a uma distância de uns dez metros.
Dá-se o sinal de início, e os jogadores devem sair pulando com o pé esquerdo, até encontrarem seus dois pés de sapato, calçando-os seguida. Feito isso, voltam ao ponto de partida, pulando com o pé direito. Os jogadores que calçarem sapatos trocados, ou não o calçarem direito, serão desclassificados.
Cada jogador que retornar à linha de partida, e não for desclassificado, marcará um ponto para a equipe. Ganhará a equipe que marcar o maior número de pontos.
*******
CARRINHO DE MÃO
Traçam-se duas linhas paralelas a uma distância de cinco metros uma da outra: a linha de partida e a linha de chegada. Os jogadores formam duas fileiras, uma atrás da outra.
A um primeiro sinal, os jogadores que estiverem na fileira da frente apóiam as mãos no solo, estendendo ao mesmo tempo as pernas para trás. Os jogadores da retaguarda elevam as pernas dos companheiros, ficando entre elas e segurando-as à altura do joelho. A um segundo sinal, os jogadores correm em direção à linha de chegada.
Os jogadores que caírem durante a corrida serão desclassificados. Ganhará a dupla que alcançar primeiro a linha de chegada.
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MAÇÃ NA TINA DE ÁGUA
Pega-se uma tina ou bacia de boca larga, coloca-se sobre uma superfície à altura da cintura, e enche-se de água. Colocam-se dentro algumas maçãs, para que fiquem boiando. Os jogadores precisam então, morder uma das maçãs sem a ajuda das mãos, que devem ser mantidas às costas. Quem conseguir morder a maçã ganha uma prenda.
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DANÇA DA LARANJA
Formam-se os pares para a dança. Coloca-se uma laranja apoiada entre as testas dos dois integrantes de cada par. Ao começar a música, os pares devem dançar procurando ao mesmo tempo evitar que a laranja caia. É proibido usar as mãos para manter o equilíbrio. Se a laranja cair no chão, a dupla é desclassificada. A música deve prosseguir até que só reste um par com a laranja.
BRINCADEIRAS DE BARRACAS
ACERTAR O ALVO: cada jogador recebe três bolinhas e, de certa distância, procura jogá-las dentro da boca de um grande caipira, desenhado em cartolina. Em algumas regiões, um palhaço substitui o caipira no cartaz.
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JOGO DAS ARGOLAS
Colocam-se várias garrafas estrategicamente no centro de uma barraca. Cada jogador recebe determinado número de argolas e tenta encaixá-las nas garrafas.
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PESCARIA
Num tanque de areia, colocam-se peixinhos feitos de lata ou papelão. Cada um tem na boca uma argolinha, que deverá ser enganchada pelo anzol do pescador, ou jogador. Cada peixinho tem um número que corresponde a uma prenda.
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TIRO AO ALVO
Tem de todo o tipo: latas empilhadas, boca do palhaço, alvo redondo... Obviamente quem conseguir acertar o alvo leva o prêmio.
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TOCA DO COELHO
Várias tocas numeradas são espalhadas num espaço fechado da barraca. Os jogadores apostam em determinada toca. Quando se soltam ali os coelhinhos, vence o jogador da toca em que ele primeiro entrar.
Em meio ao frio do mês de junho, comemoram-se as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo e São Pedro, tudo com a alegria das brincadeiras das festas juninas.
Em junho, tudo é festa; é o mês dos namorados, das simpatias casamenteiras, das quadrilhas. Para esquentar o corpo nas noites frias de quermesses, bebem-se quentão, vinho-quente e comem canjica e amendoim. E enquanto rola a dança e o forró, todos ficam sob um céu enfeitado pelas luzes dos foguetes e pelos balões. Além disso, tem a troca de correio elegante.
Durante as festas juninas são realizadas diversas brincadeiras, mudando um pouco de região para região. Uma delas, presente em quase todos os lugares, é o pau-de-sebo. Existem outras, como pular a fogueira, a pescaria, o quebra-pote e a corrida da porca untada.
O ponto alto, no entanto, é o Casamento na Roça. Todo grupo de quadrilha possui um casal de noivos, já que a festa é realizada em sua homenagem. Com poucas variações, a história do Casamento na Roça é sempre a mesma. A noiva grávida é obrigada, pelos pais, a casar-se com quem "lhe fez mal". O rapaz tenta escapar do laço e o pai da mocinha chama o delegado que, armado com um trabuco, leva o arrependido ao altar. Em algumas regiões do Brasil, o Casamento na Roça também é conhecido como Casamento Matuto ou Casamento Caipira. Além dos noivos, dos pais dos noivos e do delegado, desfilam outros e impagáveis personagens, como o padre, o coroinha, os padrinhos e os ajudantes do delegado.
O personagem mais comum das festas juninas nasceu nas comemorações no interior de São Paulo e de Minas Gerais. Foi lá que surgiu o falso caipira de chapéu de palha, calça remendada, camisa xadrez e dente cariado, quase sempre acompanhado de uma Maria Chiquinha.
As brincadeiras que valem prendas são uma atração tradicional nas festas juninas.
Elas dividem-se em brincadeiras de terreiro e brincadeiras de barracas.
BRINCADEIRAS DE TERREIRO
PAU DE SEBO
Brincadeira que anima as festas juninas, principalmente a festa em homenagem a São Pedro no Sudeste, e também está presente nas festas natalinas, no Nordeste. O pau-de-sebo é um mastro (não confundir com o mastro dos santos juninos) de madeira envernizada com aproximadamente cinco metros de altura. É cuidadosamente preparado: tiram-se todos os nódulos da madeira, que depois é lixada, e passa-se sebo de boi ou cera. O pau-de-sebo é então solidamente plantado no chão e muitas vezes recebe, no topo, um triângulo de madeira ao qual se amarra dinheiro (uma cédula de valor alto ou um depósito repleto de dinheiro).
A brincadeira consiste em, abraçado ao pau-de-sebo, tentar subir e alcançar o prêmio. Como o mastro foi revestido com cera, dificilmente os que participam da brincadeira conseguem subir até seu topo, Escorregam até perto do chão e voltam a insistir várias vezes, até desistir ou atingir o alvo, quando recebem palmas e vivas das pessoas que estão assistindo.
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CORREIO ELEGANTE
É um serviço de mensagens prestado durante a festa junina. Você escreve a mensagem e pede para entregarem ao destinatário. É uma ótima oportunidade de paquerar aquele(a) menino(a) em que está de olho há muito tempo.
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CASAMENTO MATUTO OU CAIPIRA
É uma brincadeira que não pode faltar numa festa junina. Apresento abaixo Sugestões para a representação do casamento matuto ou caipira:
PERSONAGENS: padre, coroinha, noiva, noivo, delegado, ajudantes do delegado, pais da noiva e padrinhos.
CENÁRIO: representação de um altar de igreja ou capela.
Os convidados estão posicionados em duas fileiras, deixando o centro para a noiva. O padre anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai e vai até o altar, onde estão o padre, devidamente paramentado, seu coroinha e os padrinhos e pais dos noivos. Os personagens, carregando bastante no sotaque interiorano, dizem o seguinte:
PADRE: A noiva tá chegano! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!! Cadê o noivo???
NOIVA: Ai, mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (E, simulando um desmaio, é acudida pela mãe e pela madrinha.)
O pai da noiva faz um sinal para o delegado e cochicha com ele.
DELEGADO: Peraí, seu padre, eu já vô buscá ele. (Sai acompanhado por dois ajudantes, armados de espingarda e cassetetes.)
Entra o noivo empurrado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, atrás do noivo, para que ele não fuja.
PADRE: Bão, vamo começá logo esse casório. Ocê, Chiquinha Dengosa, promete, de coração, pra marido toda vida o Pedrinho Foguetão?
NOIVA: Mas que pregunta isquisita seu vigário faz pra mim. Eu vim aqui mais o Pedrinho num foi pra dizê que sim???
PADRE: E ocê, Pedrinho, que me olha assim tão prosa, qué mesmo pra sua esposa a sinhá Chiquinha Dengosa?
NOIVO: Num havia de querê, num é essa minha opinião, mas, se não caso com a Chiquinha, vô direto pro caixão... (Vira-se para o delegado, que está com a espingarda em punho.)
PADRE: Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Chiquinha Dengosa com o Pedrinho Foguetão! E viva os noivos!
CONVIDADOS: Viva!!! (Conforme os noivos passam pelos convidados, pode-se jogar arroz.)
PADRE: E vamo pro baile, pessoar!!!
Com os convidados já devidamente formados, tem início logo após a quadrilha - o grande baile do casamento.
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QUEBRA-POTE
Quebra-pote é uma das brincadeiras mais generalizados em nossas festas juninas. Ergue-se a um canto do terreiro uma armação de madeira em forma de forca ou ao jeito de traves de campo de futebol. Nessa armação pendura-se um pote de barro cheio de balas, bombons e outras guloseimas apreciadas pelas crianças. Assim, fica o pote exposto a excitar a criançada, que ansiosa espera do festeiro a ordem para o início do brinquedo. Armado de um pau, olhos vendados, um menino cada vez tenta acertar uma cacetada no pote, o qual quebrado, atrai a meninada, que eum tumulto precipita-se sobre o conteúdo, que se espalha no chão. Pode haver prêmio ao quebrador e, por vezes, colocam água no pote e o imprevisto e a decepção, quando o quebram, provocam risos e assuadas na assistência.
Do brinquedo do quebra-pote, porém, também participa gente grande, não apenas crianças.
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CATAR AMENDOIM
Cada criança deve apanhar, com uma colher, os amendoins colocados à sua frente, a uma certa distância, e levá-los para seu lugar, junto à linha de partida, um de cada vez. Vence quem primeiro reúne cinco grãos.
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CORRIDA DE FUNIS
Introduzir dois funis numa corda, com a parte mais estreita voltada para um laço feito no centro. Os jogadores terão de, apenas soprando, levar os funis até o laço.
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CORRIDA DO SACI
Riscar no chão duas linhas paralelas, sendo uma a de chegada. Ao sinal combinado, as crianças saem pulando num pé só em direção à linha de chegada.
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CORRIDA DE SACOS
Semelhante à corrida do Saci, cada jogador faz o percurso com o corpo enfiado num saco bem preso à cintura.
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CORRIDA DE TRÊS PÉS
Cada jogador amarra a sua perna esquerda à perna direita do parceiro e, assim, os dois pulam até a linha de chegada.
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OVO NA COLHER
Cada participante corre equilibrando um ovo cozido (ou tomate ou batata) numa colher.
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CORRIDA DE SAPATOS
Formam-se duas equipes, que são dispostas em fileira. Uma cadeira ou bandeirinha separa um time do outro. Os jogadores tiram os sapatos, que são recolhidos, embaralhados e enfileirados a uma distância de uns dez metros.
Dá-se o sinal de início, e os jogadores devem sair pulando com o pé esquerdo, até encontrarem seus dois pés de sapato, calçando-os seguida. Feito isso, voltam ao ponto de partida, pulando com o pé direito. Os jogadores que calçarem sapatos trocados, ou não o calçarem direito, serão desclassificados.
Cada jogador que retornar à linha de partida, e não for desclassificado, marcará um ponto para a equipe. Ganhará a equipe que marcar o maior número de pontos.
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CARRINHO DE MÃO
Traçam-se duas linhas paralelas a uma distância de cinco metros uma da outra: a linha de partida e a linha de chegada. Os jogadores formam duas fileiras, uma atrás da outra.
A um primeiro sinal, os jogadores que estiverem na fileira da frente apóiam as mãos no solo, estendendo ao mesmo tempo as pernas para trás. Os jogadores da retaguarda elevam as pernas dos companheiros, ficando entre elas e segurando-as à altura do joelho. A um segundo sinal, os jogadores correm em direção à linha de chegada.
Os jogadores que caírem durante a corrida serão desclassificados. Ganhará a dupla que alcançar primeiro a linha de chegada.
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MAÇÃ NA TINA DE ÁGUA
Pega-se uma tina ou bacia de boca larga, coloca-se sobre uma superfície à altura da cintura, e enche-se de água. Colocam-se dentro algumas maçãs, para que fiquem boiando. Os jogadores precisam então, morder uma das maçãs sem a ajuda das mãos, que devem ser mantidas às costas. Quem conseguir morder a maçã ganha uma prenda.
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DANÇA DA LARANJA
Formam-se os pares para a dança. Coloca-se uma laranja apoiada entre as testas dos dois integrantes de cada par. Ao começar a música, os pares devem dançar procurando ao mesmo tempo evitar que a laranja caia. É proibido usar as mãos para manter o equilíbrio. Se a laranja cair no chão, a dupla é desclassificada. A música deve prosseguir até que só reste um par com a laranja.
BRINCADEIRAS DE BARRACAS
ACERTAR O ALVO: cada jogador recebe três bolinhas e, de certa distância, procura jogá-las dentro da boca de um grande caipira, desenhado em cartolina. Em algumas regiões, um palhaço substitui o caipira no cartaz.
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JOGO DAS ARGOLAS
Colocam-se várias garrafas estrategicamente no centro de uma barraca. Cada jogador recebe determinado número de argolas e tenta encaixá-las nas garrafas.
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PESCARIA
Num tanque de areia, colocam-se peixinhos feitos de lata ou papelão. Cada um tem na boca uma argolinha, que deverá ser enganchada pelo anzol do pescador, ou jogador. Cada peixinho tem um número que corresponde a uma prenda.
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TIRO AO ALVO
Tem de todo o tipo: latas empilhadas, boca do palhaço, alvo redondo... Obviamente quem conseguir acertar o alvo leva o prêmio.
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TOCA DO COELHO
Várias tocas numeradas são espalhadas num espaço fechado da barraca. Os jogadores apostam em determinada toca. Quando se soltam ali os coelhinhos, vence o jogador da toca em que ele primeiro entrar.
sábado, 22 de maio de 2010
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